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27.03.2014

Comunicação em pauta


Cursos da FAE participam de palestras sobre perfis de usuários e quebra de paradigmas comunicacionais.
Cursos da FAE participam de palestras sobre perfis de usuários e quebra de paradigmas comunicacionais.
Na noite de ontem, o salão nobre do Prédio II da FAE Centro Universitário ficou lotado de alunos dos cursos de Publicidade e Propaganda, Marketing e Produção Multimídia para a palestra de Adriana Rosa Amaral e Rogério Covaleski, referências em estudos de Comunicação.

Adriana falou do debate sobre o gosto e suas manifestações nos sites de redes sociais - os fãs, antifãs, haters e trolls. Segundo a palestrante, os fãs são classificados por saberem tudo sobre sua marca ou pessoa preferida e a defendem apaixonadamente. Já os antifãs, possuem o mesmo conhecimento dos fãs. Odeiam determinados artistas e exteriorizam seu ódio participando de ações, dando visibilidade negativa. Os haters não possuem conhecimento profundo sobre aquilo que odeiam, usualmente o artista ou o fã, seja pelo som ou estilo. Por fim, os trolls gostam de ver a briga de fãs e antifãs. Ironizam tudo e todos, não se posicionam, apenas alimentam brigas e polêmicas. Após explicação sobre como o perfil e gostos são facilmente mutáveis, Adriana enfatizou a importância de ter todos estes agentes para que a comunicação da rede seja produtiva. “É interessante ter autores como os haters e os trolls para complementar a dinâmica da comunidade”, afirma.

Covaleski abordou a quebra dos paradigmas na Comunicação e na Publicidade. Afirmou que os novos comunicadores devem estar atentos, pois, constantemente, está havendo uma revisão dos modelos comunicacionais de maneira cada vez mais efêmera. “As marcas já estão atentas ao perfil desse novo público, que consome a informação por meio de multiplataformas e também pode interagir”, afirma. Para ele, a velocidade em que a informação é transmitida gera uma responsabilidade maior para o comunicador. “Precisamos avaliar e checar as informações. Hoje o que publicamos, por exemplo, gera uma repercussão muito maior que há cinco anos”, finaliza.


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