04.05.2026

Podcast Conexão Pós debate tendências e o futuro da área de Operações


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Novo episódio do podcast Conexão Pós debate como o dinamismo do mercado exige que operações logísticas sejam resilientes e focadas no cliente
Novo episódio do podcast Conexão Pós debate como o dinamismo do mercado exige que operações logísticas sejam resilientes e focadas no cliente

No sexto episódio do Conexão Pós, o tema discutido foi Gestão de Operações e Supply Chain. O destaque da conversa foi a evolução da atuação nessas áreas por meio da consolidação de uma abordagem focada na estratégia e na percepção de valor para clientes, o que de fato faz diferença para quem consome o produto no final. O episódio completo está disponível no site da pós, no Spotify e no Youtube.

O podcast é mediado pelo diretor da Pós-graduação, Alexandre Iwankio, e contou com a participação do gerente de performance industrial da Renault do Brasil, Fabiano Ronsani Silva; o pró-reitor de Ensino, Pesquisa e Extensão da FAE, Everton Drohomeretski; e o coordenador da especialização em Supply Chain Management da FAE, Gilson Souza.

A área de operações nos dias de hoje não pode ser estática. O dinamismo do funcionamento do mercado exige uma capacidade de adaptação rápida e desenvolver respostas estruturadas diante imprevistos. Essa é a principal característica que define uma gestão eficaz de processos e logísticas em situações complexas como, por exemplo, a pandemia da covid-19, que exigiu um redesenho de diversas atividades.

Para Fabiano Ronsani Silva, essa capacidade reativa é fundamental, pois atuar em operações não é esperar os cenários acontecerem, mas resolver os desafios do dia a dia. “A característica de operações é a reação, mas é a reação estruturada. A resiliência é isso, é a capacidade de você se adaptar àquilo que está acontecendo”, afirma.

A tecnologia e a inovação também foram abordados no episódio, em que o pró-reitor da FAE destaca que deve ser alvo de investimentos, mas de maneira planejada com o intuito de otimizar processos e trazer um impacto positivo para o cliente e não como um fim em si mesmo. “[O importante] não é o quanto de orçamento em tecnologia que uma empresa coloca e sim como o meu cliente percebe valor no resultado daquela tecnologia”, afirma Everton.

A fim de orientar profissionais que planejam entrar nas áreas de Operações e Supply Chain, Drohomeretski destaca que é necessário conhecer as próprias forças e fraquezas, para entender como contribuir nos diferentes desafios das organizações. Já Fabiano complementa que um perfil inquieto e questionador é fundamental, pois contribui para a melhoria constante na busca por processos mais eficientes.



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