Pós FAE promove debate sobre a revolução tecnológica na contabilidade estratégica
Conexão Pós reúne especialistas para mostrar como a análise de dados inverte a lógica operacional da contabilidade e impulsiona resultados financeiros
A Pós FAE, no quarto episódio do Conexão Pós lançado esta semana, debate como o uso da tecnologia para desenvolvimento de uma atuação proativa na gestão estratégica de diferentes negócios está redefinindo a área da contabilidade. A partir da análise de dados, essa perspectiva da atuação, apresentada pelos convidados do programa, inverte a lógica tradicional, caracterizada pelo caráter reativo e operacional. Assista ao episódio completo no site, no Youtube ou no Spotify.
A edição contou com a participação de Waldir de Lara Júnior e Juliane Karlson de Lara, fundadores da Larafy, empresa especializada em contabilidade consultiva, e Cláudio Marcelo, coordenador dos cursos de pós em Gestão Contábil e Inteligência Tributária da FAE. O Conexão Pós é mediado pelo diretor da pós-graduação, Alexandre Iwankio, e é publicado quinzenalmente, às terças-feiras.
Com o uso de ferramentas e técnicas preditivas, o contador pode passar a praticar uma abordagem consultiva. Atuando como um conselheiro, o profissional é capaz de sugerir caminhos para uma gestão focada em resultados, como maximizar a recuperação de tributos e contribuir para a saúde financeira da empresa.
Nesse cenário, o contador assume o papel de um conselheiro para os empreendedores, utilizando dados, tecnologia e inteligência tributária para traduzir números em diretrizes claras de negócio, garantindo maior competitividade e saúde financeira às organizações.
Para Waldir de Lara Júnior o foco deve ir além da técnica contábil pura: "os empresários enxergam resultados. Não é só uma entrega bonita, uma entrega qualificada, um bom atendimento e sim, ele quer saber o resultado final, a última linha, o recurso que foi poupado”.
Nesse sentido, além de uma visão empreendedora, de acordo com os entrevistados, o profissional contábil da atualidade precisa ser um entusiasta da tecnologia, buscar atualização constante, saber selecionar fontes confiáveis de estudo e aliar o conhecimento teórico às soft skills, como comunicação e liderança.
"É comum acharem que uma pessoa que seja excelente na teoria venha a ser um bom profissional, mas não é assim necessariamente. Eu vejo que quem tem boas habilidades comportamentais, se destaca no mercado", destaca Juliane Karlson de Lara.