Internacionalização na graduação: como se preparar?
Entenda como funciona a internacionalização na graduação, quais experiências existem, quanto custa e como se preparar para estudar com visão global.
A internacionalização na graduação tem ganhado espaço entre estudantes que buscam uma formação conectada ao mundo. Em um mercado cada vez mais global, entender diferentes culturas, estudar em contato com instituições estrangeiras e desenvolver repertório internacional pode abrir caminhos importantes desde os primeiros anos da faculdade.
Quando se fala nesse tema, muita gente pensa imediatamente em intercâmbio. De fato, estudar fora do país é uma das possibilidades mais conhecidas. Porém, a internacionalização vai além disso. Ela também pode acontecer por meio de programas de curta duração, dupla diplomação, mobilidade estudantil, experiências acadêmicas em instituições parceiras e iniciativas que aproximam o aluno de diferentes realidades.
No ensino superior, essa formação com visão internacional também aparece em políticas e programas voltados à cooperação entre instituições. Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a internacionalização envolve programas, acordos de cooperação, convênios e parcerias com instituições internacionais. Um exemplo é o Capes-PrInt, que, em 2024, reunia 36 instituições de ensino superior ou pesquisa e 581 projetos de cooperação internacional voltados à formação e ao fortalecimento de redes acadêmicas internacionais.
Para quem está escolhendo uma faculdade, esse diferencial deve entrar na avaliação. Afinal, a graduação é o momento em que o estudante começa a construir sua base profissional, ampliar referências e entender quais caminhos deseja seguir. Neste conteúdo, você vai entender o que é internacionalização, quais formatos existem, quanto pode custar e como se preparar para aproveitar melhor essas oportunidades.
O que é internacionalização na faculdade?
A internacionalização na faculdade é o processo que integra experiências internacionais, interculturais e globais à formação do estudante. Isso significa que o contato com outros países, culturas e formas de produzir conhecimento passa a fazer parte da experiência acadêmica de maneira estruturada, com apoio institucional e conexão com o curso.
Em termos mais simples, o aluno aprende a olhar para a própria área considerando outros contextos. Um estudante de Administração, por exemplo, pode entender como os mercados internacionais funcionam. Um aluno de Arquitetura pode observar diferentes formas de planejar cidades e espaços. Já quem estuda Direito, Relações Internacionais, Design, Economia ou Comunicação pode ampliar repertório ao entrar em contato com debates, práticas e referências de outros países.
Essa ideia também ajuda a diferenciar internacionalização de intercâmbio. O intercâmbio é uma das formas de internacionalização, geralmente ligada a um período de estudos em outro país. Já a internacionalização é mais ampla. Ela pode envolver experiências fora do Brasil, mas também iniciativas dentro da própria instituição, como programas internacionais, projetos colaborativos, apoio acadêmico e ações que fortalecem a convivência multicultural.
Por isso, ao buscar uma faculdade com intercâmbio e outras oportunidades internacionais na graduação, é importante observar quais experiências a instituição oferece. Algumas exigem viagem e investimento maior. Outras podem ser mais curtas, acessíveis e compatíveis com diferentes momentos da graduação.
Por que a internacionalização na graduação é cada vez mais importante?
A internacionalização na graduação se tornou mais relevante porque o mercado de trabalho exige profissionais capazes de lidar com diferentes contextos. Mesmo quem pretende construir carreira no Brasil pode trabalhar em empresas com atuação internacional, acompanhar tendências globais ou participar de projetos conectados a outros países.
Esse tipo de vivência contribui para a formação de um profissional mais preparado. Ao estudar temas globais, conviver com outras culturas ou participar de uma experiência acadêmica internacional, o aluno aprende a comparar realidades, interpretar cenários e buscar soluções com mais contexto.
A experiência internacional também ajuda o estudante a amadurecer. Ela exige autonomia, organização e capacidade de adaptação. Essas competências são valorizadas em processos seletivos porque mostram preparo para enfrentar situações novas com responsabilidade.
Para quem está escolhendo uma graduação, esse ponto merece atenção. Uma instituição com iniciativas internacionais pode ampliar as possibilidades acadêmicas e profissionais desde os primeiros anos da faculdade.
Quais são as formas de internacionalização na graduação?
A internacionalização pode acontecer de várias maneiras durante a graduação. Algumas experiências são mais longas e exigem planejamento com antecedência. Outras podem ser mais curtas e acessíveis para quem deseja começar aos poucos.
Na FAE Centro Universitário, o Núcleo de Relações Internacionais (NRI) oferece oportunidades para o desenvolvimento de habilidades acadêmicas e profissionais por meio de experiências internacionais, programas de mobilidade estudantil e dupla diplomação.
Atualmente, a FAE conta com quatro modalidades principais de intercâmbio: Duplo Diploma, Mobilidade Estudantil, Programas para Aperfeiçoamento de Língua Estrangeira e Summer Program. São mais de 50 opções de instituições parceiras, distribuídas em países como Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, Colômbia, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Hungria, Inglaterra, Itália, México, Panamá, Portugal, Suíça e Taiwan.
Intercâmbio acadêmico
O intercâmbio acadêmico é uma das formas mais conhecidas de internacionalização. Nesse modelo, o estudante cursa parte da graduação em uma instituição estrangeira parceira, por um período determinado.
Na FAE Centro Universitário, a Mobilidade Estudantil está disponível para todos os cursos de graduação, com duração de um a dois semestres. Durante esse período, o aluno cursa disciplinas na instituição de destino, com possibilidade de aproveitamento de créditos, conforme orientação específica do coordenador do curso.
Esse tipo de experiência permite ao estudante viver outra rotina acadêmica, conhecer metodologias diferentes e ampliar sua rede de contatos. Além disso, o intercâmbio costuma desenvolver autonomia, porque o aluno precisa se adaptar a outro país, outro idioma e outra forma de estudar.
Dupla diplomação
A dupla diplomação é uma modalidade em que o estudante pode obter dois diplomas: um da instituição brasileira e outro da universidade estrangeira parceira. Para isso, ele precisa cumprir os requisitos previstos nos acordos firmados entre as instituições.
Na FAE, o Duplo Diploma está disponível para os cursos de Administração, nas modalidades Regular ou MEP; Arquitetura, Regular e AEP; Ciência de Dados para Negócios; Ciências Contábeis; Ciências Econômicas, Regular e GEP; Design; Direito, Regular e Law; Engenharia de Produção; Mercado Financeiro; Negócios Digitais; Negócios Internacionais; Publicidade e Propaganda; e Relações Internacionais.
A duração do programa varia de um a dois anos. De acordo com as informações atualizadas pelo NRI, apenas os cursos de Psicologia e os cursos tecnólogos não contam com a modalidade de Duplo Diploma.
Esse formato pode ser um diferencial importante no currículo, principalmente para quem deseja atuar em empresas globais ou seguir caminhos profissionais que valorizem experiência acadêmica internacional.
Programas para aperfeiçoamento de língua estrangeira
Os programas para aperfeiçoamento de língua estrangeira são uma opção de curta duração para quem deseja estudar outro idioma em uma experiência internacional. Na FAE, essa modalidade é oferecida a todos os alunos, ex-alunos e funcionários, com duração de 4 a 12 semanas.
Esse formato pode ser um bom primeiro passo para quem ainda não se sente preparado para um intercâmbio mais longo. Além de desenvolver o idioma, o estudante vivencia outra cultura, conhece novas formas de aprendizagem e ganha segurança para futuras experiências acadêmicas.
A FAE também conta com parcerias locais com escolas de idiomas de Curitiba, como Aliança Francesa, Instituto Goethe, Instituto Cervantes e LaCe Language Center, o Centro de Línguas Bom Jesus. Essas parcerias ajudam alunos e funcionários a se prepararem melhor para oportunidades internacionais.
Programas internacionais no Brasil
A internacionalização também pode acontecer dentro do Brasil. Eventos acadêmicos, palestras com professores estrangeiros, cursos de curta duração, semanas internacionais e atividades com instituições parceiras aproximam o aluno de temas globais sem exigir uma viagem internacional.
Esse formato é especialmente relevante para quem deseja começar de forma mais acessível. O estudante consegue ampliar repertório, entender outras perspectivas e conhecer oportunidades futuras antes de decidir por uma experiência mais longa no exterior.
A FAE, por exemplo, conta com o Núcleo de Relações Internacionais, que oferece oportunidades acadêmicas internacionais, programas de mobilidade estudantil e dupla diplomação para alunos de graduação e pós-graduação.
Summer Program
O Summer Program é um intercâmbio de curta duração, com período de 2 a 4 semanas em uma das instituições parceiras da FAE. A modalidade é oferecida a alunos de graduação, pós-graduação e ex-alunos, com possibilidade de aproveitamento de créditos.
Por ter uma duração menor, esse tipo de programa pode ser uma alternativa interessante para quem deseja viver uma experiência internacional sem passar um semestre inteiro fora do país. Ele também permite que o estudante conheça uma instituição estrangeira, adquira conhecimento acadêmico e avalie novos caminhos para sua formação.
EducationUSA FAE
Outro diferencial da internacionalização na FAE é o EducationUSA FAE, escritório de orientação para estudos nos Estados Unidos afiliado ao Departamento de Estado Americano. O escritório é aberto a alunos da FAE Centro Universitário, FAE São José dos Pinhais, Colégio Bom Jesus e também à comunidade em geral.
O EducationUSA FAE orienta interessados em estudar nos Estados Unidos, incluindo cursos de inglês, graduação, pós-graduação, cursos técnicos e programas de curta duração. O escritório também divulga informações sobre bolsas de estudo enviadas por universidades americanas, orienta sobre processos de inscrição e apoia questões relacionadas a vistos e exames admissionais, como ACT, SAT, GRE, GMAT e TOEFL.
Além disso, o EducationUSA FAE realiza traduções oficiais de documentos acadêmicos, como históricos escolares, cartas de recomendação, declarações, diplomas e certificados, autorizadas pelo Departamento de Estado Americano. Para quem pretende estudar fora, esse suporte pode facilitar etapas importantes do processo.
Student Buddy e convivência internacional
A internacionalização também aparece na convivência com alunos estrangeiros. Na FAE, o Student Buddy é um programa de tutoria criado pelo NRI para ajudar estudantes internacionais a se integrarem à vida acadêmica, social e cultural no Brasil.
Alunos de graduação e pós-graduação podem se candidatar para atuar como tutores. Na prática, eles ajudam o intercambista a compreender a rotina da FAE, encontrar informações acadêmicas, conhecer Curitiba e se adaptar ao novo contexto.
Essa experiência também é formativa para quem recebe o estudante estrangeiro. O contato direto com outra cultura amplia repertório, favorece a prática de idiomas e fortalece a convivência multicultural dentro da instituição.
Quanto custa investir na internacionalização durante a graduação?
O custo da internacionalização na graduação varia conforme o tipo de experiência. Um intercâmbio de um semestre ou um programa de dupla diplomação costuma exigir planejamento financeiro maior, porque envolve passagens, moradia, alimentação, documentação, seguro e despesas pessoais.
Também é importante considerar que algumas instituições parceiras podem cobrar taxas acadêmicas. Os valores dependem do país, da universidade de destino e da modalidade escolhida. Em editais de intercâmbio, esses custos costumam aparecer em moedas como dólar, euro, libra ou franco suíço, sempre sujeitos a confirmação pela instituição estrangeira.
Ao mesmo tempo, existem possibilidades mais acessíveis. Programas de curta duração, Summer Programs, parcerias locais de idioma e experiências de convivência internacional podem ser caminhos interessantes para quem deseja começar aos poucos.
Outro ponto importante é acompanhar os editais, as bolsas, os convênios e as orientações da instituição. Na FAE, o NRI auxilia os alunos em cada etapa do processo de intercâmbio, desde a compreensão das modalidades até o preenchimento de formulários e a organização de documentos.
O melhor caminho é buscar informação desde os primeiros semestres. Assim, o aluno consegue entender os requisitos, organizar documentos, avaliar custos e construir um plano possível. Em muitos casos, pequenas escolhas feitas no início da graduação ajudam a viabilizar uma experiência internacional mais adiante.
Quais são os benefícios da internacionalização na graduação para a carreira?
A internacionalização na graduação pode influenciar a carreira de diferentes formas. O principal ganho está na ampliação de conhecimento. O estudante passa a enxergar sua área com mais referências e compreende como determinados temas são tratados em outros países.
Entre os benefícios mais percebidos estão:
- Empregabilidade: experiências internacionais podem fortalecer competências valorizadas no mercado, como adaptação, comunicação e visão global.
- Diferencial no currículo: intercâmbio, dupla diplomação ou projetos internacionais mostram iniciativa e preparo acadêmico.
- Networking internacional: o contato com colegas, professores e instituições estrangeiras pode ampliar oportunidades futuras.
- Desenvolvimento pessoal: a vivência internacional estimula autonomia, maturidade e confiança para lidar com novos desafios.
Essa percepção aparece no depoimento de Lucas Aguiar, ex-aluno da FAE que realizou intercâmbio na Espanha. Ao comentar a experiência, ele destacou:
“Além de viver a experiência do intercâmbio, eu também pude continuar com o meu curso sem me atrasar e aproveitar também para aprender coisas novas, matérias diferentes que aqui eu não teria”.
Para Lucas, a experiência trouxe impactos que foram além da formação acadêmica:
“Todas as experiências que eu tive durante esse tempo que eu estava lá agregam de alguma maneira e fazem com que hoje eu seja um profissional diferente do que eu era quando eu fui: mais preparado, mais crítico, mais completo”.
Esses benefícios contribuem para a evolução da carreira quando o estudante consegue relacionar a experiência internacional ao seu projeto profissional. Para quem deseja atuar em empresas com presença global ou, no futuro, ocupar cargos de liderança, o repertório adquirido pode apoiar decisões, ampliar a leitura de cenários e fortalecer a forma como o aluno se posiciona profissionalmente.
Como se preparar para uma experiência internacional durante a graduação?
A preparação para uma experiência internacional começa antes da inscrição em um edital. Quanto mais cedo o estudante se organiza, maiores são as chances de aproveitar bem as oportunidades disponíveis.
Entenda quais programas existem na sua faculdade
O primeiro passo é conhecer as possibilidades oferecidas pela instituição. Vale buscar informações sobre Duplo Diploma, Mobilidade Estudantil, Programas para Aperfeiçoamento de Língua Estrangeira, Summer Program, parcerias internacionais e serviços de apoio.
Na FAE, esse contato pode começar pelo Núcleo de Relações Internacionais, que orienta alunos sobre programas, modalidades, documentação e instituições parceiras. O NRI também auxilia estudantes em diferentes etapas do processo de intercâmbio.
Relacione a experiência ao seu curso
A internacionalização faz mais sentido quando está conectada à área de formação. Por isso, o aluno deve avaliar quais programas dialogam com seu curso, seus interesses e seus planos para os próximos anos.
Um estudante de Relações Internacionais, por exemplo, pode buscar experiências ligadas a diplomacia, negócios globais ou análise de cenários. Já um aluno de Arquitetura pode se interessar por instituições com forte atuação em urbanismo e projeto. O importante é escolher com intenção.
Desenvolva o idioma com constância
O idioma é uma das etapas mais importantes da preparação. Mesmo quando o programa não exige fluência avançada, ter uma boa base facilita a adaptação acadêmica e a convivência em outro país.
Além do inglês, outros idiomas podem abrir oportunidades específicas. As parcerias locais da FAE com escolas de idiomas ajudam os alunos a se prepararem para diferentes destinos, especialmente em programas que exigem francês, alemão ou espanhol.
Organize a parte financeira
A organização financeira precisa considerar o tipo de programa escolhido. Intercâmbios mais longos exigem planejamento com antecedência. Programas curtos podem ser mais viáveis para quem deseja uma primeira experiência internacional.
Nesse processo, vale acompanhar editais, verificar bolsas, consultar custos de vida no destino e conversar com alunos que já participaram de programas semelhantes. Esse preparo ajuda a transformar o interesse em um plano concreto.
Cuide da documentação
Passaporte, visto, histórico acadêmico, cartas, comprovantes e seguros podem fazer parte do processo. Cada programa tem suas próprias exigências. Por isso, o ideal é começar a reunir informações antes do prazo final.
O NRI também oferece apoio no preenchimento de formulários de intercâmbio para alunos da FAE e do Bom Jesus. Já o EducationUSA FAE pode auxiliar em serviços ligados a estudos nos Estados Unidos, como orientação sobre vistos, exames admissionais e tradução de documentos acadêmicos.
Prepare-se para viver outra cultura
É importante ter em mente que a experiência internacional não depende apenas de matrícula e passagem. O estudante também precisa estar aberto a outra rotina, outro jeito de estudar e outra forma de convivência.
Essa preparação cultural ajuda a reduzir inseguranças e melhora o aproveitamento da experiência. Ler sobre o país, conversar com quem já foi e entender a dinâmica da instituição de destino são atitudes simples, mas necessárias.
Vale a pena investir na internacionalização na graduação?
Sim, vale a pena investir na internacionalização na graduação quando a experiência está alinhada aos objetivos do estudante. Ela pode fortalecer o currículo e ajudar o aluno a se preparar para um mercado que exige visão global.
Esse investimento, porém, não precisa começar com um grande intercâmbio. Um programa de curta duração, uma experiência de idioma, um Summer Program ou a participação em iniciativas de convivência internacional já podem abrir portas para novas oportunidades.
Para quem está em fase de decisão, esse é um critério relevante. A graduação será a base da vida profissional. Portanto, estudar em uma instituição com parcerias internacionais, orientação adequada e oportunidades acadêmicas diversificadas pode fazer diferença na construção do futuro.
Na FAE Centro Universitário, a internacionalização se conecta ao propósito de formar uma geração movida por saber, fazer e ser. O estudante aprende, aplica e desenvolve uma visão mais ampla sobre sua área, com oportunidades que podem transformar a maneira como ele enxerga a própria carreira.
Internacionalização começa na escolha da faculdade
A internacionalização na graduação é um diferencial para quem deseja se preparar para oportunidades globais. Ela pode acontecer por meio de intercâmbio, dupla diplomação, programas no Brasil e projetos com universidades estrangeiras.
Ao avaliar uma faculdade, observe se a instituição oferece suporte, parcerias e orientação para esse tipo de experiência. Esse cuidado ajuda a transformar o desejo de estudar fora do país em um plano possível.
Na FAE, o aluno encontra uma formação conectada à prática, ao mercado e ao mundo. Conheça os cursos da FAE Centro Universitário e descubra como construir uma formação que vale por muitas.
Perguntas frequentes sobre internacionalização na graduação
O que é internacionalização?
Internacionalização é o conjunto de experiências, parcerias e práticas que conectam a formação acadêmica a outros países, culturas e contextos globais. Ela pode envolver intercâmbio, dupla diplomação, programas de curta duração, orientação para estudos no exterior e convivência com estudantes estrangeiros.
O que é capacitação em internacionalização acadêmica?
Capacitação em internacionalização acadêmica é a preparação para participar de experiências internacionais durante a formação. Ela pode envolver desenvolvimento de idioma, orientação sobre editais, preparação documental, adaptação cultural e compreensão das oportunidades disponíveis.
Preciso sair do Brasil para ter uma experiência internacional?
Não necessariamente. A formação internacional também pode acontecer no Brasil, por meio de orientação acadêmica, eventos, projetos colaborativos, contato com alunos estrangeiros, programas de tutoria e preparação para estudos fora do país. O intercâmbio é uma possibilidade, mas não é a única.
Quanto tempo dura um programa de internacionalização na graduação?
A duração depende do tipo de programa. Na FAE, a Mobilidade Estudantil pode durar de um a dois semestres. O Duplo Diploma tem duração de um a dois anos. Já os Programas para Aperfeiçoamento de Língua Estrangeira duram de 4 a 12 semanas, enquanto o Summer Program costuma durar de 2 a 4 semanas.
Quais cursos de graduação têm mais oportunidades de internacionalização?
Cursos ligados a negócios, comunicação, tecnologia, arquitetura, engenharias, economia e relações internacionais costumam ter forte conexão com experiências globais. No entanto, as oportunidades dependem das parcerias da instituição e dos editais disponíveis. Na FAE, a Mobilidade Estudantil, os Programas para Aperfeiçoamento de Língua Estrangeira e o Summer Program são possibilidades disponíveis para todos os cursos, conforme as condições de cada edital e instituição parceira.