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30.07.2013

Projeto Rondon


Grupo formado por professores e estudantes esteve durante 16 dias no Estado do Pará.
Grupo formado por professores e estudantes esteve durante 16 dias no Estado do Pará.
Durante 16 dias, no mês de julho, dois professores e oito estudantes da FAE Centro Universitário, de Curitiba (PR), integraram a Operação Forte do Presépio, do Projeto Rondon. No total, a operação reuniu 00 rondonistas voluntários e 0 instituições de ensino superior de todo o País, que atuaram em trinta municípios nos Estados do Pará e do Maranhão.

À frente do Conjunto B da Operação Forte do Presépio, a equipe da FAE desenvolveu atividades relacionadas à comunicação, meio ambiente, trabalho, tecnologia e produção no município paraense de São Domingos do Capim, que possui uma população de pouco mais de 27 mil habitantes.

De acordo com o coordenador da equipe, professor Antônio Carlos Leite de Oliveira, os estudantes tiveram que se adaptar à realidade da comunidade local, muito diferente dos grandes centros urbanos. “Foi uma verdadeira sala de aula onde tivemos a oportunidade de fornecer conhecimentos técnicos e práticos, mas também recebemos ensinamentos valiosos para vida, como o relacionamento próximo ao ser humano, a solidariedade e a simplicidade”, diz.

As atividades mais procuradas pelos moradores durante a ação foram as oficinas sobre empreendedorismo, dicas profissionais e de como elaborar um currículo. Todo o mecanismo de atendimento e desenvolvimento das tarefas foi elaborado pelos estudantes paranaenses.

“Eles desenvolveram técnicas de negociação, mediação de conflitos, gerenciamento de projetos e a capacidade de lidar, sob pressão, com imprevistos. Estas qualidades fazem a diferença na vida de um profissional e foram plenamente trabalhadas durante o Projeto”, explica Oliveira.

O acontecimento mais inusitado da viagem, segundo o professor Gustavo Nunes Mourão, que também auxiliou na coordenação da equipe, foi a visita do grupo a uma comunidade quilombola. Depois de três horas e meia em um barco, a equipe se deparou com uma comunidade carente e isolada. “As crianças, quando viram a chegada dos alunos, se esconderam na mata por medo de injeção e só reapareceram após se certificarem que não eram médicos e enfermeiros”, conta.

A próxima edição do Projeto Rondon está agendada para os meses de janeiro e fevereiro de 2014, nos Estados do Piauí e Amazônia.



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