Encontros on-line entre docentes do curso de Psicologia e alunos FAE para refletir sobre temas pertinentes ao cenário psicossocial atual.

Espaço mente aberta

De 05 a 21 de novembro

On-line


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Sobre o evento


O Espaço Mente Aberta viabiliza encontros on-line entre os docentes do curso de Psicologia e alunos FAE (de todos os cursos) interessados na discussão e reflexão sobre temas pertinentes ao cenário psicossocial atual.

O projeto é uma proposta desenvolvida pelo curso de Psicologia da FAE, em parceria com a FAE Social, e em consonância com os valores da FAE, oportuniza o diálogo entre os pares em prol do bem-estar e da saúde mental dos envolvidos.

  • Confira a programação:

05 de novembro, das 16h às 17h30 - Lutos não reconhecidos no contexto universitário
Palestrante: Inaê Benchaya, Aline Jordão e Tatiana Nicz. Clique aqui para se inscrever e participe.

Resumo: O luto é um conjunto de reações a uma perda significativa, a pandemia de coronavírus trouxe para a universidade (e para o mundo) um novo contexto jamais antes imaginado: universidade fechada, aulas on-line, mudanças nos formatos de avaliações e interações. Transformações abruptas como essas exigem adaptações rápidas, flexibilidade e resiliência.
Nesse espaço discutiremos os impactos dessas mudanças e das medidas de isolamento social na saúde mental dos professores e universitários.

11 de novembro, das 17h às 18h30 - Habemus Corpus: sexualidade, linguagem e psicanálise
Palestrantes: Prof. Allan Martins Mohr, Joana Paula Possiede, João Renato Leone Bonaldi, Jhully Goulart, Paola da Cunha Secchi Rodriguez e Christian Bojsrski de Oliveira. Clique neste linki para se inscrever e participe

Resumo: Pensar a atualidade é reconsiderar importantes certezas. O corpo, enquanto vinculado ao problema do sexo e do gênero, é um desses aspectos que, com o aprofundamento dos estudos da linguagem, ganhou novos contornos, quiçá novo entendimento. O corpo de linguagem, político por extensão não é o mesmo daquela dita Natureza Humana, biológica, de outrora; o corpo é efeito de linguagem.

21 de novembro, das 15h às 16h30 - Lançamento do livro "A vivência da morte e do luto na infância e adolescência: recortes psicanalíticos" (Editora Ágalma, 2020)
Palestrantes: Prof. Allan Martins Mohr e Rosa Maria Marini Mariotto. Inscreva-se neste link e participe.

Resumo: A morte é uma esperança. Uma expectativa que, para fazer função, deve sempre estar no horizonte: nem perto, nem longe. A questão é que, quando ela chega, é sempre certeira, sempre a interromper planos e estremecer laços, estruturas, verdades... E quando ela se apresenta tão cedo na vida de alguém, na infância e adolescência, parece que o peso de sua presença é ainda mais insuportável. O curioso é que ela, essa esperança organizadora de subjetividades, é uma experiência a qual nunca viveremos, muito embora e paradoxalmente ela, a morte, é a vivência mais íntima e verdadeira que poderemos ter. A minha morte é sempre minha, é a única coisa verdadeiramente minha. Mas é uma vivência a qual não experimentarei porque, quando ela chegar, já não terei vida para poder experimentar coisa alguma. Da morte, podemos apenas prantear e falar. Vivências distintas, a do luto e a do discurso, mas no limite as únicas experiências possíveis.




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